Renunciar à prática cotidiana de consumo desenfreado e desnecessário foi uma das práticas mais salutares que adotei neste ano. Decidi comprar somente o estritamente necessário, usando roupas, acessórios e utensílios até seu irreparável desgaste e os substituindo só se forem estritamente indispensáveis para minha sobrevivência. Menos estética e mais consciência, adquirida sobretudo pelo medo de me endividar. A economia financeira tem sido a principal consequência disso. Nunca consegui juntar tanto quanto neste ano, justamente porque abdiquei de adquirir frivolidades, tanto em bens materiais quanto em bens de consumo, como comida e lazer, para amealhar fundos, com o objetivo principal de amortizar empréstimos consignados de outrora no ano que vem e me preparar para as possíveis futuras crises financeiras. Fora o sonho da casa própria e do carro, ainda distantes... .
